"Pode-se avaliar a inteligência de uma pessoa pela quantidade de incertezas
que ela pode suportar - Immanuel Kant

Planeta habitável é encontrado orbitando estrela semelhante ao Sol

Desde o seu lançamento em março de 2009, o telescópio Kepler descobriu centenas de mundos. Até agora, o número estimado gira em torno de 2.326 planetas, alguns desses, potencialmente habitáveis.
A descoberta de um exoplaneta situado a 600 anos-luz da Terra e com condições para abrigar vida, fez com que os cientistas do programa Kepler ficassem esperançosos na busca por um planeta similar à Terra - principal objetivo da missão.

Isso porque até então, todos os planetas encontrados eram muito frios, ou muito quentes para o desenvolvimento de vida. A descoberta nos deixa um passo mais próximos de encontrar planetas parecidos com o nosso - Confira:
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Segundos os cientistas do programa, o planeta - conhecido como Kepler 22b - gira ao redor de uma estrela semelhante ao nosso Sol. Pela distância da estrela, está em uma zona habitável, com condições para o desenvolvimento de água líquida e atmosfera, condições ideais para o surgimento de vida.

"Estamos certos de que fica na zona habitável e que tem a superfície necessária para ter uma boa temperatura”, anunciou Bill Borucki, cientista do programa.

O planeta Kepler-22b tem um raio 2,4 vezes maior que o da Terra, e gira ao redor de sua estrela em 290 dias terrestres. É o menor já encontrado em uma região habitável de uma estrela similar ao Sol, e o primeiro da classe, tão semelhante ao nosso planeta, já encontrado.

Grandes Lagos na lua de Júpiter podem abrigar formas de vida

Em 1989 a NASA lançava a sonda espacial Galileu. Seis anos depois, em 1995, a sonda chegava ao seu destino - Júpiter. Antes do fim da missão, em 2003, a Galileu coletou informações de Júpiter e seus arredores, informações de extrema importância para a busca por vida fora da Terra.

Um dos resultados mais significativos da missão foram os indícios de um vasto oceano abaixo da superfície congelada da Lua Europa - algo em torno de 160 km de profundidade - com uma camada quilométrica de gelo, dada sua distância do Sol - 778 milhões de quilômetros.

Acredita-se que as condições encontradas na lua Europa sejam as mesmas encontradas em lagos subglaciais na Terra, assim como explicado no artigo:
Não existe nenhuma prova concreta que confirme a existência desse oceano, o que deverá ser objeto de uma futura missão, com uma sonda que perfure o gelo, assim como na imagem. Se a informação estiver correta, há mais água na Europa do que em todos os oceanos da Terra - Confira:
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Desde a descoberta da lua Europa por Galileu Galilei em 1610, diversas teorias sobre o astro foram propostas, tornando-se assim, um ícone para escritores de ficção científica. Devido às condições existentes em seu interior, alguns cientistas afirmam que há possibilidades de existir vida no satélite de Júpiter assim como nos oceanos da Terra.

O satélite de Júpiter é hoje, juntamente com o planeta Marte, o astro de melhor condição ambiental extraterrestre - para abrigar vida - no Sistema Solar, incluindo também a Lua de Saturno, Titã [Link]

Segundo a NASA, "esta informação reforça os argumentos de que o oceano global abaixo da superfície de Europa representa um habitat potencial para a vida em outro ponto do nosso Sistema Solar."

O futuro das viagens espaciais: Elevador espacial

Chegar ao espaço a partir de foguetes é a única forma de escapar da gravidade da Terra. A tecnologia empregada em foguetes espaciais é cara, e igualmente perigosa. Há 55 anos a União Soviética colocava em órbita o Sputnik II. Em 1961, Yuri Gagarin fazia o primeiro voo orbital.

Em uma história de conquistas, e inúmeros acidentes, o homem sempre buscou aperfeiçoar sua ideia de chegar ao espaço, e até, em planetas próximos à Terra. Em 1865 Júlio Verne publicava "De la Terre à la Lune", a história de um grupo de homens que viajavam até a Lua. Em 1969 a missão Apollo 11 fez ser possível a ficção de Verne, como se qualquer coisa, a partir daquele momento, fosse possível.

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Em busca de uma tecnologia barata, segura, e rápida, cientistas tentam descobrir uma forma para que as viagens espaciais se tornem ainda mais eficientes. Assim, adiantaríamos a colonização do espaço, pela facilidade em se viajar para um posto avançado em órbita terrestre, assim como a ISS. Um espaçoporto para missões com destino para além de Marte.

A resposta para uma necessidade tão recente estava em 1895.

No século XIX o cientista russo Konstantin Tsiolkovsky inspirou-se na Torre Eiffel em Paris para considerar uma torre que chegasse ao espaço. Ele imaginou a colocação de um "castelo celestial" no fim de um cabo fino. Assim, Tsiolkovsky, em 1895, criou o conceito de elevador espacial, seriamente estudado por cientistas hoje e aperfeiçoado ao passar do tempo.

Um visionário, assim como Júlio Verne - Confira:
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Em 9 de setembro de 2005 o LiftPort Group apresentou sucesso em seus testes com elevadores espaciais. Em fevereiro de 2006 a mesma empresa testou 1,609344 km de cabo de elevador espacial, feito de um composto de fibras de carbono e fibra de vidro, medindo 5 cm de largura e 1 mm de espessura, elevado por balões [Link]

Animação de como poderia ser a construção de um tipo de elevador espacial - Confira:
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O esforço conjunto de dezesseis países fez ser possível a construção da Estação Espacial Internacional. Porque não um elevador espacial ?